quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Cinema | Ciclo | AFRO-RELIGIOSO


Cultura Religiosa - Cinema&Vídeo

TEMA Raízes da Tradição Africana No Brasil
Documentário
Atlântico Negro: na Rota dos Orixás
Sinopse: 
O documentário faz uma viagem no espaço e no tempo em busca das
origens africanas da cultura brasileira. Historiadores, antropólogos e sacerdotes
africanos e brasileiros relatam fatos surpreendentes sobre inúmeras afinidades
culturais que unem os dois lados do Atlântico. Na Rota dos Orixás apresenta a
grande influência africana na religiosidade brasileira. Renato Barbieri mostra a
origem de as raízes da cultura jêje-nagô em terreiros de Salvador, que virou
candomblé, e do Maranhão, onde a mesma influência gerou o Tambor de Minas



TEMA: O Batuque no Rio Grande do Sul
Documentário: 
A Tradição do Bará do Mercado
Sinopse: 
Relatos de sete religiosos de matriz africana sobre o fundamento afroreligioso
chamado O Bará do Mercado Público, a partir dos percursos e experiências
urbanas desses negros na cidade de Porto Alegre


TEMA: Sincretismo
Documentário: 
Devoção
Sinopse: 
O documentário questiona o mito do sincretismo religioso no Brasil.
Relativiza esse conceito polêmico e enfatiza a fé, manifestada em um ou em outro
sistema de crença, com frequência em ambos. Traz ainda depoimentos de
pesquisadores, autoridades do candomblé, freis e devotos do catolicismo, que
apresentam um painel dos pontos principais de cada uma das religiões apresentadas.


TEMA: Religiosidade Afro-Referenciada e Relações com a Sociedade
Documentário: 
Mojubá
Sinopse: 
As religiões afro-brasileiras são, com trocadilho, ecológicas por
natureza. Seus fiéis aprenderam com os antepassados uma grande lição africana: o
equilíbrio surge da convivência harmoniosa entre todos os seres vivos, dos quais o
homem é apenas uma pequena semente. Quando o primeiro ser humano respirou
sobre a Terra, as plantas já faziam parte desta infinita paisagem universal há mais de
400 milhões de anos. Há cerca de cinco séculos, os navios negreiros trouxeram ao
Brasil bem mais do que negros africanos que serviriam como escravos aos senhores
de engenho. Junto com este povo de riquíssima cultura vieram as matrizes da
culinária, da música, das artes e da religiosidade brasileiras. E assim como o acarajé,
o samba e os rituais do candomblé e da umbanda, diversos elementos da tradição
africana povoam até hoje o cotidiano do país. Uns negros na cor. Outros, na cor e na
forma de descrever o mundo. Uma tradição que se confunde com a própria história
brasileira. Afinal, desde que aportaram por aqui no período da escravidão, os
africanos trouxeram consigo seu modo de interpretar a realidade e esta é uma
influência tão profunda que fará sempre parte do nosso repertório linguístico.




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