segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Mineração ontem e hoje

ARTE | Escher e a geometria

Museu Afro Brasil: artes plásticas

Museu Afro Brasil: religiões afrobrasileiras

Museu Afrobrasil: Trabalho e Escravidão

Filosofia > O mito de Hércules

Filhas do Vento - trailer

domingo, 28 de agosto de 2011

PORTO ALEGRE (RS)

PORTO ALEGRE (RS)
Passeio pedagógico com alunos do ensino fundamental da Escola Caetano G. da Silva
Projeto Interdisciplinar: Um passeio pela Cidade - geografia, história, arte e cultura de uma cidade"

ARTE | Brennand (PE)

Religião -mapa

Mandinga


A Origem do ditado
“quem não pode com mandinga não carrega patuá”.

Uma antiga expressão diz: 

Os mandingas são grupos de africanos do norte que, pela proximidade com os árabes acabaram se tornando muçulmanos, religiosos que tem muitas restrições aos que não aceitam Alá como Deus ou Maomé como o seu profeta.
Com o crescimento do tráfico de escravos, vários negros mandingas vieram parar no continente americano, vítimas da ambição dos brancos. Muitos desses escravos sabiam ler e escrever em Árabe. Esse estado superior de cultura desse grupo de negros fez com que fossem rotulados de feiticeiros, passando a expressão mandinga a designar feitiço. 
Por outro lado, os negros que praticavam o culto aos Orixás eram vistos como infiéis pelos negros muçulmanos. Os senhores brancos, aproveitando-se dessa rivalidade e confiando aos mandingas funções superiores que aos demais, fazia a animosidade entre eles crescer. Os mandingas não eram obrigados pelos senhores brancos a comer restos de carne de porco e até mesmo permitiam que eles usassem trechos do Alcorão guardados em pequenos invólucros de pele de animais pendurados ao pescoço. Via de regra eram os negros mandingas que acabavam ocupando o lugar de caçadores de escravos fugitivos, recebendo a denominação de “capitães-do-mato”.
Quando um escravo pretendia fugir da senzala, além de se preparar para lutar sem armas através da capoeira e do maculelê, ele passava a usar o cabelo encarapinhado e pendurava ao pescoço um patuá, de modo que pensassem tratar-sede um negro mandinga, para não ser perseguido. Entretanto, se um verdadeiro mandinga o abordasse e ele não soubesse responder em Árabe, o verdadeiro mandinga descarregaria toda a sua violência nesse infeliz negro fugitivo.
Assim nasceu a expressão “quem não pode com mandinga não carrega patuá”.
A vingança a quem se atrevesse a portar um falso objeto sagrado pelo muçulmano era algo muito terrível. Com o passar do tempo o hábito de utilizar patuás entre os negros foi se generalizando, pois eles acreditavam que o poder dos mandingas era devido, em grande parte, aos poderes do patuá. Por outro lado, os padres também utilizavam, e ainda utilizam, crucifixos e medalhas, agnus dei, etc., que depois de benzidos, a maioria das pessoas acredita possam trazer proteção aos devotos nelas representados.
Na verdade, o uso do talismã perde-se na longa noite do tempo e confunde-se com a própria história do gênero humano.
Nos primeiros candomblés da Bahia era comum o pedido de patuás por parte dos simpatizantes e até mesmo por aqueles que temiam o culto afro, pois se dizia que o patuá poderia até mesmo neutralizar trabalhos de magia negra.
Claudio Andrés Polo

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

RELIGIAO - Zoroastrismo


O zoroastrismo

Por Lilian Maria Martins de Aguiar

Um dos símbolos mais importantes do zoroastrismo
Um dos aspectos mais importantes da cultura da Pérsia é o zoroastrismo, ou masdeísmo, religião fundada por Zoroastro, que teria feito seus primeiros adeptos em Bactriana. O seu livro doutrinário era chamado de Zend-Avesta e pregava a supremacia absoluta do bem. Masda, o criador do mundo, era a figura da ética e da moral, mas Masda tinha um inimigo, Arimã, cujo símbolo era uma serpente.
O culto a Masda era simples. Não existiam templos e nem estátuas. Seus símbolos eram a luz e o fogo; e seus santuários, lugares altos, a céu descoberto. Os quatro elementos, a água, a terra, o fogo e o ar, eram sagrados. Por ser a terra sagrada, não acontecia sepultamento de cadáveres a fim de não contaminar a terra; os mortos eram depositados nas altas torres para servirem aos abutres. Alguns corpos eram enterrados, porém nesse caso eles eram cobertos com uma camada de cera para não contaminarem a terra.
Segundo o zoroastrismo, a alma do homem cumpria um ritual. Depois de três dias do falecimento, a alma deveria comparecer perante um tribunal reunido diante de uma ponte chamada o chinval. Se a alma fosse pura, a ponte ficaria larga, facilitando a sua passagem para o Reino de Ormuzd. Se fosse má, a ponte iria se estreitando cada vez mais, até que a alma não pudesse passar e assim cairia no abismo, onde os demônios a esperavam. Para aqueles que não foram nem bons e nem maus haveria uma espécie de purgatório.
O zoroastrismo possuiu um sentido ético e social, e também um sentido profético, pois admitiu a vinda de um messias, chamado Saoshyant. Ele seria gerado por uma virgem e aconteceria um juízo final com a queda definitiva de Arimã. Assim, o masdeísmo demostrou um nível de moralidade elevado, através da suaregra de ouro, só é bom aquele que não faz ao outro o que não for bom para si mesmo. Com o tempo, a religião persa sofreu influência de outros povos e culturas, contudo, podemos perceber que o zoroastrismo influenciou também o judaísmo, cristianismo e islamismo.

domingo, 7 de agosto de 2011

MITOS E LENDAS (Saci-Pererê, Iara, Boitatá)

Saci-Pererê

Moleque travesso e brincalhão, o Saci-Pererê é um personagem do folclore brasileiro, talvez o mais popular de todos.
Suas principais características são: fumar um cachimbo, ter uma carapuça vermelha na cabeça e andar, pulando, na única perna que tem.

 Iara
Lenda da Mãe D´agua

A Iara é uma personagem do folclore brasileiro. É uma sereia, pois da cintura para baixo ela é um peixe, e da cintura para cima tem o corpo de mulher.
É uma personagem que vive no fundo do rio Amazonas, e seu nome é de origem indígena, significando “aquela que vive na água”.

Boitatá
O Boitatá é um personagem folclórico, de origem indígena, cujo nome significa Cobra de Fogo.
Essa lenda foi trazida para o Brasil pelos portugueses, na época da colonização, sendo contada pelos padres jesuítas.

MITOS E LENDAS ( Vitória Régia)

lenda indígena da Vitória Régia
Vitória Régia


Segundo a lenda indígena da Vitória Régia, tudo começou quando uma índia chamada Naiá descobriu que a lua transformava moças em estrelas.
A cultura indígena diz que a lua (guerreiro forte), ao se esconder por detrás das montanhas, levava para si as moças de sua preferência e as transformavam em estrelas.
Na esperança de virar uma estrela, a índia perseguia a lua, subindo e descendo as montanhas, nas proximidades de sua tribo, tupi-guarani. Mas a lua nada fazia com Naiá, nem a levava nem a transformava em estrela.
A índia que virou flor
Em uma noite de lua cheia, ao ver a imagem da lua refletida sobre as águas de um riacho, a índia se atirou sobre a imagem, acreditando que o guerreiro a estava chamando. Com isso, se afogou e nunca mais foi vista por ninguém.
Em homenagem à índia, os integrantes de sua tribo passaram a acreditar que as flores que nasciam na Vitória Régia significavam o renascer de Naiá. Por isso, a planta é também conhecida como “estrela das águas”, em homenagem à índia. E suas flores, que são brancas, só se abrem à noite para serem iluminadas pela luz da lua.
Por Jussara de Barros
Pedagoga
Equipe Escola Kids

Pausa para reflexão

Meio ambiente
Cuidar do meio ambiente é, em resumo, cuidar do nosso planeta

MITOS E LENDAS (Negrinho do Pastoreio)


LENDA_Negrinho do Pastoreio
A lenda do Negrinho do Pastoreio faz parte do folclore do nosso país e é muito contada na região sul. É de origem africana, pois veio para o país na época da escravidão. Na verdade, a história se passa nessa época, sendo ligada também à religião católica.
Conta a lenda que um senhor de engenho mandou o filho de um escravo pastorear alguns animais novos, que haviam sido comprados. O menino foi de boa vontade, conseguindo reunir os animais, sozinho, e levá-los para o curral da fazenda, embora fosse mirrado, pequenino e magrinho.
Porém, o feitor, que era muito malvado, percebeu que estava faltando um cavalo e açoitou o menino até sangrar.
No outro dia mandou que o negrinho fosse buscar o animal que havia deixado para trás. O menino assim o fez, mas o cavalo era muito forte e arrebentou a corda, sumindo novamente.
O menino pastoreava animais
O moleque, sem saber o que fazer, voltou para a senzala, levando novas chibatadas. Como se isso não bastasse, o feitor o amarrou sobre um formigueiro.
Ao amanhecer, o negrinho estava curado das marcas das chibatadas e não havia levado nenhuma picada das formigas. Uma imagem de Nossa Senhora estava ao seu lado, consolando-o, e o animal fugitivo também havia voltado.
O feitor se arrependeu, pediu perdão e o Negrinho do Pastoreio foi embora, montado no cavalo fujão.
Curiosidade: Dizem que ao perdermos um objeto devemos fazer uma oração ao Negrinho do Pastoreio, pois ele traz o objeto de volta.
Por Jussara de Barros, Pedagoga - Equipe Escola Kids 

SOCIOLOGIA ( folclore )


FOLCLORE - ARTE, CULTURA E TRADIÇÃO


O folclore é comemorado no dia 22 de agosto. É uma tradição cultural de um povo, onde costumes, lendas, crenças e festas populares são transmitidos de geração em geração.
A palavra folclore é composta por duas outras palavras, significando o conhecimento de um povo. Sua origem é inglesa – folk (povo) e lore (conhecimento).
Várias coisas podem ser de origem folclórica, como músicas, histórias e personagens, brincadeiras, remédios caseiros, adivinhações, comidas típicas, trajes, simpatias, artes, dentre outras.



Cada região tem suas características próprias, o seu jeito de ser e de viver, que determina como é esse povo, seus gostos e aquilo que consideram importante.
Os remédios caseiros são uma forma muito interessante de preservar a cultura de um povo. Receitas são preservadas sem serem escritas, mas postas em prática no cotidiano das pessoas. São receitas de chás, garrafadas, xaropes, remédio para sinusite, diarréia, verrugas, dor de cabeça, etc.
Como danças podemos destacar algumas que são mais conhecidas popularmente, como festas de quadrilha, catira, carimbó, bumba-meu-boi e maculelê.


Das brincadeiras infantis temos a amarelinha, as cinco Marias, barra manteiga, cabra cega, passa anel, carniça, pau-de-sebo, além de várias outras. As adivinhações também são brincadeiras folclóricas e são muito interessantes tanto para crianças como para os adultos. Quem nunca brincou de o que é, o que é?


Nas histórias destacamos os personagens como Saci-Pererê, Negrinho do Pastoreio, Iara (mãe d’água), Mula-sem-Cabeça, Lobisomem, Curupira e Boi-Tatá. Porém, existe uma infinidade deles, variando de acordo com cada região.


Das comidas típicas, essas também aparecem conforme a região. No norte podemos destacar o peixe assado e o pato ao tucupi, do nordeste o acarajé e a carne de sol, do centro oeste a galinhada e o arroz com pequi, do sudeste a feijoada e o tutu do feijão e do sul o pinhão assado e o churrasco.



O folclore tem características muito engraçadas e as simpatias é uma delas. Dizem que quando uma visita não vai embora de nossa casa é só colocar uma vassoura atrás da porta, que logo a mesma resolve partir.
Por Jussara de Barros
Pedagoga
Equipe Escola Kids






ARTE (grafite)



O grafite, prática de fazer marcas, inscrições e desenhos em muros, surgiu no Império Romano, onde eram feitas estas manifestações artísticas, por isso o nome grafite vem do italiano “graffiti”. Contudo, o grafite só ganhou popularidade nos anos 70, no Bronx, bairro de população negra de Nova York. Assim, as pessoas queriam uma forma de comunicação entre membros de uma mesma gangue ou registro de indignação frente ao preconceito e às injustiças sociais, onde os artistas passassem a ter uma linguagem intencional para interferir na cidade.

Geralmente, os desenhos feitos nos muros retratam temas como violência, paz, amor, contrastes sociais, etc. Algumas pessoas pensam que o grafite é uma forma de vandalismo, uma vez que suja as paredes de inúmeros edifícios e, muitas vezes, edíficações históricas. No entanto, o grafite não é uma arte ilegal, pois existem locais apropriados e iniciativas que proporcionam a manifestação de forma legal e civilizada.

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SOCIOLOGIA (identidade cultural)


Sociologia_ IDENTIDADE CULTURAL


Desde o surgimento do homem, após o agrupamento do mesmo e o convívio social, uma troca de experiências e reciprocidade foi estabelecida.

Todo o conjunto de conhecimentos e modos de agir e pensar dá origem à cultura, toda sociedade tem a sua, pois não existe sociedade sem cultura, independentemente do lugar.

Um recém nascido em seus primeiros minutos já começa, de certa maneira, a se socializar, pois existem várias pessoas ao seu redor criando uma relação social e cultural, quando estiver falando ou aprendendo a falar ele vai adquirir uma língua que é sem dúvida uma herança cultural, sem contar o seu modo de vestir que vai variar conforme o país, a alimentação, os rituais entre outros.

A identidade cultural caracteriza as pessoas pelo modo de agir, de falar, é como se as “rotulasse” a partir dos modos específicos de sua cultura.

A cultura é fruto da miscigenação de diferentes povos que introduziram seus hábitos e costumes, com o contato de uma cultura e outra, pode gerar uma cultura ainda mais diferente.

A identidade cultural move os sentimentos, os valores, o folclore e uma infinidade de itens impregnados nas mais variadas sociedades do mundo, e apresenta o reflexo da convivência humana.

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FILOSOFIA (O que é Cultura?)


O que é cultura?


É comum dizermos que uma pessoa não possui cultura quando ela não tem contato com a leitura, artes, história, música, etc. Se compararmos um professor universitário com um indivíduo que não sabe ler nem escrever, a maior parte das pessoas chegaria à conclusão de que o professor é “cheio de cultura” e o outro, desprovido dela. Mas, afinal, o que é cultura?

Para o senso comum, cultura possui um sentido de erudição, uma instrução vasta e variada adquirida por meio de diversos mecanismos, principalmente o estudo. Quantas vezes já ouvimos os jargões “O povo não tem cultura”, “O povo não sabe o que é boa música”, “O povo não tem educação”, etc.? De fato, esta é uma concepção arbitrária e equivocada a respeito do que realmente significa o termo “cultura”.

Não podemos dizer que um índio que não tem contato com livros, nem com música clássica, por exemplo, não possui cultura. Onde ficam seus costumes, tradições, sua língua?

O conceito de cultura é bastante complexo. Em uma visão antropológica, podemos o definir como a rede de significados que dão sentido ao mundo que cerca um indivíduo, ou seja, a sociedade. Essa rede engloba um conjunto de diversos aspectos, como crenças, valores, costumes, leis, moral, línguas, etc.

Nesse sentido, podemos chegar à conclusão de que é impossível que um indivíduo não tenha cultura, afinal, ninguém nasce e permanece fora de um contexto social, seja ele qual for. Também podemos dizer que considerar uma determinada cultura (a cultura ocidental, por exemplo) como um modelo a ser seguido por todos é uma visão extremamente etnocêntrica.

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FILOSOFIA (Ética)


Filosofia_conteúdo ÉTICA
Ética é um ramo da filosofia que estuda o comportamento e a moral do ser humano. A ética mostra princípios para que se viva corretamente em meio a sociedade. Na filosofia, a ética é um comportamento voltado para o bem, para a justiça e para a felicidade de si próprio e das pessoas que estão à volta.

A ética não pode ser considerada como lei, pois quem ultrapassa sua ética não terá nenhuma punição grave, mas terá dentro de si sentimentos que o acusará por ferir a moral. Em todos os ramos profissionais existe uma forma de comportamento que começa desde a educação do ser humano.

Na educação, a ética tem a função de formar o indivíduo ciente de seus deveres e direitos dentro da sociedade em que vive. No trabalho, a ética empresarial atua como segurança de sobrevivência e reputação da entidade.
Aristóteles (384 a.C. – 322 a.C.), por exemplo, foi um filósofo grego que atuou em várias áreas do conhecimento entre elas está à ética, lógica, política, teologia, metafísica, antropologia. Dentre suas experiências, a ética tinha força expressiva, pois pensava, sobretudo no bem comum da humanidade. É considerado também como o fundador da lógica.

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